Marcelo Fernandes Corrêa

Blog oficial do jornalista

12/11/08

Não quero mais brincar de chuva

Ô chuva, vai ver se eu tô lá na esquina, vai!
Aproveita e leva os avaianos…

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    13:41 — Arquivado em: Sem categoria

O Celso e eu no shopping

Recebo com enorme carinho a visita do jornalista Celso Martins no Blog, um querido e competente colega e amigo. O Celso é um daqueles que soube evoluir nesta vida, e falo de evoluções maiores, as de espírito, as de valores que vamos levar pra sempre. Aprendi muito com o velho camarada e continuo aprendendo, cada vez que o encontro nos cafés da cidade. É uma das reservas da nossa profissão.
O Celso deve ter se divertido com o post da Juliana Paes no shopping e mandou um comentário desafiador. Se fores comigo, velho, a rigor também, encaro a parada, só pra ver o que o pessoal do Terra vai fazer com a gente. Te cuida, irmão!

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    13:35 — Arquivado em: Sem categoria

Problema de Estado

Um cinemascope, por favor, para projetar minhas ansiedades…

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    11:12 — Arquivado em: Sem categoria

Antes do fim

Olha, eu vou confessar,
Me emocionei com o que ouvi pelo rádio
E entendi muito bem o que se passou naquele estádio
Tenho me empapuçado de títulos e vitórias nos últimos anos
Sei bem o que é ganhar no Scarpelli de um time grande
Sei bem o que é trazer três pontos fora de casa
Sei bem o que é ver meu Figueira entre os escudos mais famosos
Sei bem o que é uma segunda-feira de glória, “tem algum avaiano aqui?!”
O pessoal de lá fez por merecer, é justo que subam
Para um alvinegro como eu
Resta apenas rezar, porque do time não se espera mais nada
E, por favor, já peço antecipadamente
Se, por acaso, o destino nos livrar do rebaixamento
Que não me venham esses cartolas bufões do meu Figueira
Fazer discurso de heróis injustiçados!
Vão trabalhar, deixem a arrogância em casa e reciclem o discursinho! 
Vamos combinar o seguinte:
Se ficarmos na “A” foi Deus, não vocês

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    11:01 — Arquivado em: Sem categoria

11/11/08

Eu e a Juliana Paes no shopping

“Julian Paes passa a tarde no Shopping”, está na capa do Terra. Tá, mas e daí? Ela estava pelada, por acaso? Não, simplesmente foi às compras. Compras?? Querem que eu acredite que ela usou o seu cartão para pagar alguma coisa? O que será que a Juliana Paes estaria procurando no shopping? O que estaria faltando a esta moça? Que bobagem! Eu fui ao shopping, ontem, pagar minha conta de luz na lotérica e o Terra nem deu bola. Se eu fosse pelado, pior, seria preso e sem uma linha do Terra, ainda! Será? Melhor não tentar.

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    11:53 — Arquivado em: Sem categoria

Os suicidas

Não há nada mais patético do que um suicida covarde, vacilante. Depois de tudo fracassado, não consegue sequer atingir o seu derradeiro objetivo. Uma incompetência, uma frustração absoluta!
Mas há o “suicida-migué”. É aquele que nunca o foi e, na verdade, é um pobre malandro carente, um farsante, um ator metido a trapezista. Ele só quer chamar a atenção, quer as luzes, câmeras, mas nada de ação! Desconfio que se ignorássemos sua presença naquele parapeito, ficaria ali alguns minutos e depois iria arrumar coisa melhor para fazer, com os pés no chão. Acho que ninguém tentou essa estratégia, ainda. Sugiro que não se tente, por precaução.
O verdadeiro suicida – dos bons - o é por segundos, por minutos no máximo. Vai, quieto, certeiro e não deixa dúvidas. Uma das poucas ocasiões que me agrada aquela incompetência ou o “migué”…

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    11:41 — Arquivado em: Sem categoria

10/11/08

Desafios

Eu queria ser uma … barata … para saber o que o novo presidente norte americano fará com Guatãnamo e com o Iraque.
O quê? Vocês acham que não tem barata na Casa Branca?
Pois, tem sim! Agora, inclusive, é Barata Obama!

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    2:20 — Arquivado em: Sem categoria

9/11/08

O que me provocas

Ando louco, amando, enlouquecido, fantasiando
Ando intenso, infeliz, molambo, escrachado
Vivo te amando, te esperando, como sempre te vi
Aguardo, amargo e me largo, por aí

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    15:18 — Arquivado em: Sem categoria

Hedonismo em ti

Faz parte de mim te sentir em prazer
Faz parte te ver em curvas, nuas, cruas
Faz parte do meu universo me ver em ti
Faz parte do meu auge  o teu arfar
Faz parte te ver afoita, sem teus limites
Faz parte te ter profunda e sem idades
Faz parte te adorar na cena, como atriz
Faz parte não querer outra coisa
Faz parte te amar assim, vulgar e rara

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    15:17 — Arquivado em: Sem categoria

8/11/08

Nildão, por justiça

Antes que passe mais tempo, preciso dizer aqui, por justiça, que acompanhei com admiração e respeito a posição do Nildão, candidato do PT, no segundo turno das eleições. O critiquei muito na eleição para o governo do Estado, quando o vi com o adesivo do 11 colado no peito. Ele era do PC do B na época. Gostei do Nildão, que não ficou em cima do muro, não, como a patrulha quis apontá-lo. Ficou com seus ideais, bonito. Pelo menos foi assim que entendi.

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    12:01 — Arquivado em: Sem categoria

6/11/08

Estado geral

Ouço o repórter Julio Castro dizer na Guarujá, “… a estrada apresenta uma depressão…”
Tempos ruins esses nossos… Até as estradas andam assim… Haja endorfina…

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    17:14 — Arquivado em: Sem categoria

Cada macaco no seu galho!

Então, tá. Os norte-americanos votam em delegados e não para presidente. Só em dezembro estes delegados vão eleger o Barack Obama, do mesmo jeito que “nós” elegemos o Tancredo Neves, em 1985, num Colégio Eleitoral, o qual, me lembro bem, era chamado de “instrumento da ditadura”. Mas, como se trata do Império, o Colégio, no caso, é o berço da maior Democracia do Planeta.
Bem, mas isso não deveria revoltar qualquer norte americano, então? Não, cara pálida. Votar diretamente, para eles, é um detalhe, que não interfere em nada nos conceitos que têm de Democracia.
Isso me dá oportunidade de dizer, também, que, da mesma forma, o fato dos cubanos não realizarem eleições presidenciais, em nada diminui o sentimento de democracia deles, que, desde a revolução de Fidel, todos comem, ninguém é analfabeto, todos seguem de prontidão em defesa de seu território e o país, apesar do mega-embargo norte-americano, ainda consegue sobreviver e se sobressair mundialmente em alguns setores, como no esporte e na medicina.

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    17:06 — Arquivado em: Sem categoria

5/11/08

O Obama é negro mas a Casa é branca

Tá bom, estão todos eufóricos, o Obama venceu. E falo dos eufóricos daqui, da mais promissora Colônia. É capaz até de inventarem um feriado. Com esse sol de volta, até que seria uma boa. Uma praia para brindar o Obama. Era só o que me faltava!
Não quero ser um chato (sou, eu sei…), o Barack é do bem, é negro, é um cara legal. Mas não se esqueçam, agora ele é o presidente dos Estados Unidos e vai morar na Casa Branca, que continua branca. Não se iludam…

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    19:18 — Arquivado em: Sem categoria

4/11/08

Jabor, o anexado

Vejo que o pessoal anda torcendo pelo Obama. O Jabor é do bem, eu gosto de boa parte do que ele diz, principalmente sobre mulheres e sexo. Mas, esse comentariozinho dele de hoje na CBN foi de se lamentar. O homem está definitivamente anexado à matriz. Fez um comentário tão engajado às eleições norte americanas que parece que amanhã vamos votar no terceiro turno. Cheguei até a pegar o título de eleitor da gaveta, por puro ato contínuo cidadão. O Jabor está apaixonado pelo Obama como estávamos pelo Lula. Ô Jabor, acorda! O Havaí não é aqui! Ainda falamos português, ainda…
O Obama, para nós, é uma espécie de Denzel Washington, herói só nos filmes. De resto, será só o próximo presidente do País que explora e massacra o resto mundo. Ou não?!

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    15:32 — Arquivado em: Sem categoria

Os dinossauros ainda estão por ai

Li a entrevista no DC do marketeiro do candidato vencedor Dário Berger. O que disse o Fábio Veiga não me surpreendeu, só confirmou o que todos nós já sabíamos. As campanhas eleitorais se transformaram em espécies bizarras de festivais bianuais de propaganda e marketing. Só isso, quase.
A autoridade dada ao marketeiro é espetacular, a ponto dele próprio dizer, sem o menor recato, que o candidato sequer via os programas feitos por Fábio, antes de irem ao ar, no rádio e na tv.
Olha, podem me chamar de dinossauro. Ando assumindo isso, com apenas 47 anos, com alguma resignação diante de tudo que venho acompanhando. O colega Carlos Damião entende bem este meu momento e aproveito a oportunidade para agradecer suas palavras generosas no post “LEITURA” em seu Blog. O Damião é um velho amigo de guerra.
Os tempos mudaram e os valores se modificaram, não no sentido positivo, como deveria ser. Lembro que antigamente, durante as campanhas eleitorais (e participei de muitas delas nestes últimos 30 anos) a figura do marketeiro era absolutamente acessória e até ganhou este nome em tom pejorativo e mal participava do grupo que coordenava a campanha. Aliás, este grupo era de seletos, de pajés, de excepcionais homens e mulheres de história dentro dos partidos, intelectuais, representantes políticos e comunitários, aqueles que davam a direção nas campanhas. Tive o prazer de conhecer muitos deles e aprendíamos muito com estes mestres. Cito alguns, como Jamir Abreu, José Bacchieri Duarte, Paulo Brossard, André Forster, Saulo Vieira, Nelson Pedrini, Luis Fernando Galotti, Mário Moraes, Anita Pires, Zuleika Lenzi e tantos outros. Pois hoje, os marketeiros ganharam a dianteira, viraram estrelas e sequer tiveram o pudor de encontrar outra palavra, menos depreciativa, para assumir esta inversão de valores.
Uma frase de efeito do “mestre” Fábio Veiga, destacada pela reportagem, me chamou a atenção: “ganha quem erra menos”, dita, de novo, sem nenhum pudor. Então, a campanha é de equívocos, de lamentáveis enganos, de constrangimentos, de falhas, de “detalhes” inconfessáveis… Ganha o menos ruim!
Entrevistei ontem o senador Pedro Simon, no Jornal da Noite/Rádio Guarujá. Eram 11 da noite, respirei fundo e feliz depois de ouvi-lo. Acho que estou ficando velho mesmo.

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    10:38 — Arquivado em: Sem categoria

3/11/08

Balofo e sem rosto

Me incomoda esse jeito de fazer política como se estivéssemos num campeonato por pontos corridos e só o que vale é ganhar. Baseado nessa premissa equivocada, de resultados e quase sempre atropelando programas e partidos, aparecem os frentões, as coligações, as alianças e, agora, a “polialiança”, defendida pelo governador Luiz Henrique da Silveira, o mais exímio misturador político do Estado. Uma frase infeliz celebra esta pobreza ideológica: “juntos somos imbatíveis!” Resta saber em quê.
LHS bebeu da fonte esgotada do Dr. Ulisses, da qual jamais esqueceremos, pelo seu valor, histórico e ético. No entanto, o governador usa o discurso da aliança, das mega-coligações em tempos que não cabe mais o modelo, se é que estamos falando da política de Ulisses.
Na década de 70/80, juntar os patriotas, os ideólogos da Democracia para derrubar um regime de força e assassino, justificava, era vital, era inadiável, era o óbvio.
Derrubados os golpistas, depois de 25 anos de luta, a dinâmica democrática exige outros desafios, o de confrontar de idéias, de se fazer o bom debate, o fortalecimento dos partidos e o exercício eleitoral, periódico, fiscalizador, julgador e soberano.
Essa juntada de siglas, esse aglomerado oportunista, quase sempre mórbido, ancora a política no fundo de um poço, sombrio, onde ninguém é reconhecível.
O PMDB de Luiz Henrique e de outros tantos, carregaram demais no botox, repuxaram demais a pele, deformaram uma cútis tão digna… Não se sabe mais quem ele é. Uma pena.

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    16:36 — Arquivado em: Sem categoria

Essas chuvas…

Andava tão sensível, que chamava os inços de plantinhas.

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    12:45 — Arquivado em: Sem categoria

Ralouim rebelde

A Angela Albino me provoca sobre a passagem do “hallowen”. Disse ela nos comentários que “o problema não é a comemoração ianque, é a importação desta cultura. No último dia 31, várias crianças bateram na porta do meu apartamento pedindo "doces ou travessuras". E eu, rendida, já tinha os chocolates e balas a espera deles, como faço todos os anos. Porque, cá entre nós, além das nossas rabugentas filosofias sobre imperialismo, ali era só uma criança pedindo um doce. Ou não?”
Pois é, Ângela. Aqui em casa, elas bateram também. Os doces eu comi quase todos, quase de propósito, rsrs. Mas sobraram umas balas de coco, feitas por uma senhora, aqui perto de casa. Produção nacional, mercado interno, distribuição de renda, sabe como é que é…, rsrs.
Por um instante, assombrado, pensei estar recebendo o Bush na minha porta. Ninguém merece. Teria outras balas pra ele. Eram só crianças, relaxei… Pensei em fazer um panfleto para entregar aos pais (das malcriadinhas, que amor…), com textos do Darci Ribeiro (no ano que vem talvez faça). Pensei numa ironia (também aos pais), e quase comprei umas “bombas” na padaria, com lembranças do Mr. Laden. Ainda me deu outra vontade: abrir a porta com uma máscara do Sadã Hussein. Seria o máximo! No final, entreguei aquelas balas de coco, dei de ombros pra esse “hallowen” cretino e uma olhadela pro Che pendurado, desde os anos 70, “…sin perder la ternura…”
Um abraço Angela!

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    12:30 — Arquivado em: Sem categoria

Travessuras do Sol

Fui à janela agora de manhã e chovia. Fui tomar um copo d’água. Voltei à janela e já havia sol. Ehehehe! Fui escrever um poeminha feliz, mas logo a mal-humorada da chuva voltou: - Sol, seu atentado, já pra jaula!!

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    10:45 — Arquivado em: Sem categoria

Mas que coisa…

Contei aqui a conversa que tive com o Kim, o meu cachorro (dois post’s abaixo, “O faro do Kim”). A Cuca, a cachorra da minha filha ficou com ciúmes. Então, tá. Contei a ela a mesma história. A Cuca passou o dia debaixo da cama, deprimida.
Em tempo: aqui perto de casa, tenho um amigo vizinho com um aquário enorme e ele cria uma traíra, das grandes. Calma, pessoal! Não vou conversar com ela, não!

criado por Marcelo Fernandes Corrêa    10:24 — Arquivado em: Sem categoria
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